Regra comprovada no ambiente
A regra de maior risco executada nos cenários nominal, de fronteira e de exceção, com a parametrização corrigida quando o comportamento divergiu.
Técnicas e níveis de teste, maturidade do processo, verificação em software de prateleira e planejamento da virada para a operação, com uma tarefa executada por grupo no ambiente do parceiro e pitch ao comitê de aprovação.
| Componente | Registro |
|---|---|
| Módulo | Módulo 7 — Sistemas de Gestão e Governança Empresarial |
| Curso | Sistemas de Informação |
| Encontro | Aula 4 — Testes e cutover no contexto de sistemas empresariais |
| Data e duração | 02/09/2026 · 120 minutos |
| Docente | Afonso Brandão |
| Natureza | Exposição dialogada seguida de execução no ambiente do parceiro, com pitch ao comitê de aprovação |
| Artefatos do módulo | Implantação da Solução; Documentação da Solução; plano de testes e plano de cutover do projeto |
Ao final do encontro, o estudante deve ser capaz de selecionar a técnica de teste adequada ao objeto verificado, derivar casos a partir de uma regra parametrizada no ERP, avaliar a maturidade do processo de teste do próprio projeto e elaborar o plano de cutover correspondente, sustentando a recomendação de entrada em operação com evidência de execução.
A regra de maior risco executada nos cenários nominal, de fronteira e de exceção, com a parametrização corrigida quando o comportamento divergiu.
Carga reprocessada e comparada à origem em contagem e totais, com o registro rejeitado tratado e as pendências atribuídas.
Sequência da virada executada com os dados atuais, com o tempo real de cada passo, as regras reexecutadas e o ponto de não retorno da janela.
Os três resultados atualizam os artefatos do projeto: as evidências vinculam-se à ficha de parametrização, as pendências recebem responsável e prazo, e os tempos do ensaio alimentam o plano de cutover.
| Tempo | Bloco | Conteúdo |
|---|---|---|
| 15 min | Daily | Estado dos artefatos, atividade prevista e impedimentos de cada grupo. |
| 5 min | Abertura | Da parametrização à verificação; erro, defeito e falha; verificação e validação. |
| 20 min | Técnicas e níveis | Caixa-preta, caixa-branca e caixa-cinza; níveis e tipos de teste. |
| 6 min | Maturidade | Os cinco níveis do TMMi e os quatro indicadores observáveis no projeto. |
| 8 min | Software de prateleira | Divisão de responsabilidade e ciclos de teste em implantação SAP. |
| 6 min | Cutover | Plano, ensaio, estratégias de virada, critérios de decisão e operação assistida. |
| 55 min | Tarefa por grupo | Preparação do ambiente (10), execução da tarefa (25) e pitch de cinco minutos com demonstração ao vivo e arguição (20). |
| 5 min | Fechamento | Síntese das seis proposições e encaminhamento para a Aula 5. |
A exposição parte da regra parametrizada na Aula 3 e a converte em caso de teste diante da turma, para que a derivação seja observada antes de ser exigida. As três abordagens são apresentadas pela pergunta que cada uma responde, e não pela definição isolada: o que o usuário observa, qual caminho o código percorre e o que foi gravado no destino da integração.
As três tarefas são atribuídas antes do encontro, de modo que os dez minutos iniciais sejam usados para abrir o ambiente e selecionar os dados. Durante a execução, o docente circula pelos grupos verificando dois pontos: o comportamento esperado da regra é enunciado antes de cada execução e a evidência capturada identifica o cenário executado.
Cada grupo dispõe de cinco minutos. A turma atua como comitê de aprovação e decide, ao final de cada apresentação, se autorizaria a entrada em operação. A decisão é registrada com a justificativa técnica, o que exige da turma a análise de cada apresentação.
O encontro combina exposição dialogada e sala invertida. A leitura prévia do material transfere a apresentação conceitual para fora da aula e reserva o tempo presencial para a aplicação, a demonstração e a arguição entre pares.
A escolha se justifica pelo objeto: técnicas de teste se aprendem pela derivação de casos sobre uma regra concreta, e a decisão de cutover se aprende pela defesa da recomendação diante de questionamento. Ambas as competências exigem produção em sala, com o docente disponível para intervir no momento do erro.
| Momento | O que o docente verifica |
|---|---|
| Preparação | Ambiente aberto com o perfil correto e objeto da tarefa localizado no catálogo do grupo. |
| Execução | Cenários de fronteira e de exceção efetivamente executados, com evidência que identifica cada um. |
| Pitch | Demonstração ao vivo do cenário de fronteira, divergência exposta e efeito sobre a janela de virada indicado. |
| Arguição | A pergunta do grupo seguinte dirigida à evidência, e a resposta sustentada no que foi executado. |
A verificação é formativa, sem atribuição de pontos, e orienta a entrega do artefato de implantação do módulo. O registro produzido no encontro integra a documentação da solução.
| Risco | Contingência |
|---|---|
| Grupo sem leitura prévia do material | Primeira execução conduzida pelo docente no ambiente, com o número de cenários reduzido a dois. |
| Ambiente do ERP indisponível | Execução sobre capturas da Aula 3, com o caso de teste derivado e o resultado esperado declarado. |
| Regra parametrizada insuficiente para exercitar fronteiras | Uso da regra de alçada apresentada na exposição como objeto comum a todos os grupos. |
| Atraso na sequência de pitches | Redução para três minutos por grupo, preservando a arguição obrigatória. |
O encontro se encerra com as seis proposições de síntese e com o encaminhamento para a Aula 5, que trata da gestão de mudanças: como a alteração em ambiente produtivo é requisitada, avaliada, autorizada e revisada, e como a organização se prepara para operar o que foi implantado.