Decisões registradas no TBL
Dez escolhas individuais — duas por questão, uma antes e outra depois da discussão —, cada uma com justificativa escrita, e a matriz de transições de cada questão.
Cinco decisões de arquitetura sobre segurança no PIX, uma por categoria de exceção fora do caminho feliz, conduzidas por aprendizagem em equipe, seguidas da associação às características da ISO/IEC 25010 e da redação dos cenários de aceitação em Gherkin.
| Componente | Registro |
|---|---|
| Módulo | Módulo 8 — Arquitetura digital segura e tolerante a falhas |
| Curso | Engenharia de Software |
| Encontro | Aula 1 — Testes em aplicações de linguagem natural |
| Data e duração | 18/09/2026 · 120 minutos |
| Docente | Afonso Brandão |
| Natureza | Aprendizagem em equipe com cinco decisões de arquitetura, uma por categoria de exceção, sistematização conceitual e aplicação em grupo sobre o projeto do parceiro |
| Artefatos do módulo | Lista de exceções classificadas por categoria; arquivo de cenários em Gherkin dos requisitos não funcionais; tabela de benchmarking dos serviços de processamento de linguagem natural, produzida fora do encontro |
| Recurso próprio | Sala de aprendizagem em equipe publicada no acervo, com painel de condução do docente |
Ao final do encontro, o estudante deve ser capaz de enumerar, por categoria, as exceções que um trecho de código do projeto precisa tratar fora do caminho feliz — regra de negócio incompleta, infraestrutura, segurança por fraude ou imprecisão, não repúdio e usabilidade —, associar cada exceção à característica de qualidade correspondente da ISO/IEC 25010 e convertê-la em requisito verificável com valor, unidade, limiar, nível de teste e oráculo declarado, redigindo o cenário de aceitação correspondente em Gherkin.
Quando e resultado observável em Então.Dez escolhas individuais — duas por questão, uma antes e outra depois da discussão —, cada uma com justificativa escrita, e a matriz de transições de cada questão.
Exceções do trecho de código em exame, ao menos duas por categoria, com a consequência da ausência de tratamento e a característica da ISO/IEC 25010 correspondente.
Três exceções convertidas em requisito com valor, unidade e limiar, cada uma com cenário de aceitação, oráculo declarado e nível de teste.
A lista de exceções e o arquivo de cenários são versionados no repositório do grupo ao final do encontro e alimentam o plano de teste dos requisitos não funcionais do módulo. A tabela de benchmarking é produzida fora do encontro e retomada na aula seguinte.
| Tempo | Bloco | Conteúdo |
|---|---|---|
| 15 min | Daily | Estado dos artefatos, atividade prevista para o encontro e impedimentos de cada grupo. |
| 5 min | Abertura | Tese do encontro, apresentação do caso do PIX, das cinco questões e das regras do TBL. |
| 9 min | Questão 1 | Regra de negócio incompleta: a combinação que a regra não previu. Decisão individual (3), discussão (4) e segunda decisão (2). |
| 9 min | Questão 2 | Infraestrutura: a ordem liquidada cuja resposta não chegou e a duplicidade por reenvio. |
| 9 min | Questão 3 | Fraude e imprecisão: a resposta primária à perda, com a reclassificação das 1.870 ocorrências liberada na discussão. |
| 9 min | Questão 4 | Não repúdio: a ordem que o titular nega ter emitido e o mecanismo que sustenta a prova. |
| 9 min | Questão 5 | Usabilidade: a confirmação que deixou de ser lida por habituação. |
| 5 min | Consolidado | Projeção das distribuições das cinco questões e leitura dos deslocamentos. |
| 15 min | Exceções | Caminho feliz, cinco categorias de exceção, cadeia de processamento, não repúdio e conversão da exceção em requisito verificável. |
| 25 min | ISO 25010 e Gherkin | Características de qualidade, estrutura do cenário e produção em grupo da lista de exceções e dos cenários do projeto. |
| 5 min | Encaminhamentos | Tabela de benchmarking, autoestudos e vídeo do ciclo de desenvolvimento dirigido por testes. |
| 5 min | Fechamento | O valor da atitude de qualidade para o projeto entregue ao parceiro. |
Aprendizagem em equipe conduzida sobre uma decisão de arquitetura sem resposta correta, em que cada participante registra a escolha individualmente antes de conhecer a posição da turma. A sequência de rodadas separa dois efeitos: o do argumento alheio, observado entre a primeira e a segunda decisão, e o da evidência nova, observado entre a segunda e a terceira. O que se avalia é a consistência entre a evidência disponível e a decisão declarada.
O bloco conceitual é derivado da discussão precedente: as categorias de exceção são apresentadas depois que a turma constatou que o sistema do caso operou corretamente e a perda ocorreu. A aplicação transfere o procedimento ao projeto do parceiro, com a lista de exceções e os cenários produzidos em sala e versionados no repositório de cada grupo.
| Critério | Evidência esperada | Indício de insuficiência |
|---|---|---|
| Justificativa da decisão | Classe de falha interceptada, custo aceito e evidência que refutaria a escolha. | Preferência por familiaridade com a tecnologia ou adesão à alternativa majoritária. |
| Revisão diante de evidência | Declaração explícita de que a escolha anterior sobrevive ou não ao argumento ouvido e ao dado apresentado, com o motivo. | Manutenção da escolha sem exame do dado, ou troca sem justificativa nova. |
| Enumeração de exceções | Ao menos duas exceções por categoria, com consequência declarada. | Categorias vazias, ou exceções concentradas em regra de negócio e infraestrutura. |
| Associação à norma | Cada exceção vinculada a uma característica da ISO/IEC 25010, com registro das características sem correspondência. | Uso da norma como lista decorativa, sem vínculo com as exceções levantadas. |
| Especificação do requisito | Valor, unidade, condição de medição e limiar declarados. | Atributo enunciado por adjetivo, sem instrumento de medição. |
| Oráculo | Conjunto de referência versionado ou propriedade invariante asserida. | Comparação literal com uma única resposta esperada. |
| Cenário em Gherkin | Um Quando por cenário, resultado observável em Então e vocabulário do domínio. | Cenário que descreve cliques, seletores e chamadas de função. |
| Nível de teste | Verificação alocada ao nível em que o defeito é isolável. | Toda verificação prevista no nível de sistema. |
O caso e as questões são projetados pelo painel e a decisão é registrada em papel, com contagem manual das distribuições. O percurso de cada questão permanece inalterado.
A participação é feita em duplas no mesmo dispositivo, com registro individual da justificativa em papel para a leitura da plenária.
A extensão de prazo é aplicada à discussão da questão em curso, e as questões 4 e 5 podem ser conduzidas sem a segunda decisão, com a síntese logo após a discussão. O bloco de exceções é reduzido à exposição das cinco categorias.
A enumeração incide sobre o comando de maior consequência do projeto, descrito em prosa, com a identificação do trecho registrada como pendência.
A exposição de níveis de teste e de oráculo é conduzida com os exemplos do material, e a leitura é reencaminhada como pendência registrada.
Persistindo distribuição concentrada na primeira decisão, a discussão é conduzida com a atribuição da defesa das táticas minoritárias a participantes que não as escolheram.
O encontro encerra com as quatro proposições sobre o valor da atitude de qualidade: a decisão de arquitetura defensável declara a evidência que a refutaria; a enumeração por categoria substitui a inspiração pela varredura sistemática; o requisito verificável converte a exceção em compromisso perante o parceiro; e o registro oponível sustenta a contestação quando o sistema operou corretamente e a perda ocorreu. Registram-se, por grupo, as categorias em que a lista de exceções permaneceu vazia, retomadas na verificação dos artefatos da sprint.