Módulo 7 · Sistemas de Informação · Semana 5 · Aula 5

Encontro expositivo e aplicado · 03/09/2026

Gestão de mudanças

Como uma alteração em ambiente produtivo é requisitada, avaliada quanto ao risco sobre os business drivers, autorizada, executada e revisada, e como a organização é preparada para operar o que foi implantado.

GMUD e RFCComitê de mudançasBusiness driversGovernança e auditoriaAdoção pelas pessoas
Aula 4 · a viradaO sistema entrou em operação sob critérios acordados.
Aula 5 · a alteraçãoToda mudança posterior passa a afetar quem já depende do sistema.
Aula 5 · a adoçãoO processo novo precisa ser praticado no dia a dia da operação.

Ritual do projeto

Daily · 15 minutos

Cada grupo informa o avanço dos artefatos, a atividade prevista para o encontro e os impedimentos que exigem decisão.

15:00
O que foi concluídoO que será produzidoImpedimentosProgresso da entrega
Estrutura do encontro

Quarenta e cinco minutos de exposição, cinquenta e cinco minutos de comitê simulado com pitch e cinco minutos de fechamento.

15DailyEstado dos artefatos e impedimentos.
5AberturaOs dois sentidos de mudança.
14GMUDRequisição, tipos, risco e autorização.
8Business driversO que a mudança coloca em risco.
8GovernançaPapéis, alçadas, trilha e indicadores.
10AdoçãoProntidão, comunicação e resistência.
55Comitê simuladoRedação da RFC e defesa perante a turma.
5FechamentoSíntese e encaminhamentos.
Na atividade da segunda metade, cada frente redige uma requisição de mudança a partir da carta recebida e a submete ao comitê formado pela própria turma.
Situação-problema

O caso a seguir orienta a exposição do encontro e é retomado ao final de cada bloco conceitual.

Enunciado

Alteração de parâmetro fiscal em ambiente produtivo

Uma organização de médio porte opera há três meses um sistema integrado de gestão. Durante o fechamento fiscal, a área contábil solicita o ajuste do parâmetro de arredondamento aplicado ao cálculo de tributos na nota fiscal. A alteração substitui um único valor de configuração e conclui-se em poucos minutos; por ser considerada trivial, é aplicada diretamente em produção, sem registro, avaliação de impacto ou autorização documentada. No dia seguinte, constata-se divergência entre o valor dos documentos emitidos e o dos pedidos que lhes deram origem, e a emissão permanece suspensa por seis horas.

Natureza da alteração

Esforço técnico reduzido

Um parâmetro de configuração, sem código e sem dependência declarada com outros componentes.

Extensão do efeito

Alcance sobre o negócio

Totalidade dos documentos fiscais do intervalo e interrupção do faturamento em período de fechamento.

Registro disponível

Ausência de rastro

Sem solicitante identificado, avaliação de impacto ou autorização; a reconstituição depende de relato.

Questões norteadoras. Que informações, se exigidas antes da execução, permitiriam antecipar o efeito observado? Em que medida o esforço técnico requerido por uma alteração constitui critério adequado para dispensá-la de avaliação prévia?
Dois sentidos do termo

A expressão gestão de mudanças designa duas disciplinas distintas e complementares. O projeto do parceiro precisa das duas.

Sentido técnico

Gestão de mudanças de TI

Controle das alterações em ambiente produtivo: quem solicita, quem avalia o risco, quem autoriza, quando é executada e como se retorna ao estado anterior. É a disciplina designada por GMUD na prática brasileira.

Objeto: configuração, transporte, versão, infraestrutura, interface.

Sentido organizacional

Gestão de mudança organizacional

Condução da transição das pessoas do estado atual para o estado futuro: consciência da necessidade, capacitação, prática do novo processo e sustentação do comportamento adotado.

Objeto: papel, procedimento, indicador, rotina de trabalho.

A implantação restrita ao sentido técnico tende a produzir sistema estável contornado pela operação; a restrita ao sentido organizacional capacita pessoas em sistema alterado sem controle.
O ciclo da requisição de mudança

A requisição formal de mudança, ou RFC, é o registro que dá origem ao ciclo e o instrumento de auditoria posterior.

RegistroRFC com escopo e justificativa
AvaliaçãoRisco, impacto e recursos
AutorizaçãoAlçada correspondente ao risco
ExecuçãoJanela, plano e verificação
RevisãoResultado, incidentes e encerramento
Conteúdo mínimo da RFC

O que a requisição declara

  • Solicitante e responsável técnico pela execução.
  • Descrição do que será alterado e do que permanece.
  • Justificativa de negócio e consequência da não execução.
  • Sistemas, interfaces e processos afetados.
  • Janela pretendida e tempo estimado de indisponibilidade.
  • Plano de verificação após a execução.
  • Plano de retorno, com condição e prazo de acionamento.
Sete perguntas de avaliação

Roteiro clássico de análise

  • Quem solicitou a mudança?
  • Qual é a razão declarada?
  • Qual é o retorno esperado?
  • Quais são os riscos de executá-la?
  • Quais recursos são necessários?
  • Quem responde pela construção, teste e implantação?
  • Qual é a relação desta mudança com as demais em curso?
Tipos de mudança

A classificação determina o caminho de autorização. O erro de classificação é a origem frequente da mudança que causa indisponibilidade.

TipoDefiniçãoAutorizaçãoExemplo no projeto
PadrãoPré-aprovada, de baixo risco, com procedimento documentado e resultado conhecido.Autorização prévia por procedimento; registro obrigatório.Inclusão de usuário em perfil já existente; carga de tabela de câmbio.
NormalExige avaliação individual de risco e impacto antes da execução.Comitê de mudanças, na alçada correspondente ao risco.Alteração da regra de alçada de aprovação; nova interface fiscal.
EmergencialNecessária para restabelecer serviço ou evitar prejuízo iminente.Comitê emergencial, com quórum reduzido e registro posterior completo.Correção de defeito que impede a emissão de nota fiscal.
A proporção de mudanças emergenciais é um indicador de governança: acima do limiar fixado na política de mudanças da própria organização, sinaliza planejamento insuficiente ou classificação usada para contornar a alçada.
Avaliação de risco e impacto

Risco é a probabilidade de a mudança produzir efeito indesejado; impacto é a extensão do efeito caso ele ocorra. A combinação define a alçada de autorização.

Dimensões avaliadas

O que compõe a nota

  • Criticidade do processo afetado e existência de alternativa manual.
  • Abrangência: quantas áreas, unidades e usuários dependem do componente.
  • Complexidade técnica e número de sistemas envolvidos.
  • Reversibilidade: existe retorno e em quanto tempo ele é executável.
  • Momento: proximidade de fechamento contábil, pico sazonal ou auditoria.
  • Histórico: mudanças anteriores no mesmo componente e seu resultado.
Consequência da nota

Alçada correspondente

  • Risco baixo: autorização do responsável técnico, com registro.
  • Risco médio: autorização do comitê em reunião ordinária.
  • Risco alto: autorização do comitê com parecer do dono do processo e plano de retorno testado.
  • Risco alto em período crítico: postergação para fora da janela restrita.
A mudança de baixa complexidade técnica pode ter impacto alto. A alteração de um parâmetro de arredondamento é trivial de executar e altera o valor de todas as notas emitidas.
Comitê, calendário e janela

O comitê de mudanças reúne as áreas afetadas para decidir sobre requisições que excedem a alçada individual.

Composição

Quem participa

Responsável pela mudança, donos dos processos afetados, equipe técnica de execução, segurança da informação e representante da sustentação.

Pauta

O que se decide

Aprovação, recusa ou devolução para complemento; data e janela; condições prévias; dependências entre mudanças concorrentes.

Calendário

Quando se executa

Janela regular publicada, períodos de congelamento em fechamento e sazonalidade, e agenda que evita mudanças concorrentes no mesmo componente.

O comitê emergencial existe para decidir fora da agenda regular, com quórum reduzido e registro completo posterior. Na ausência desse rito, a urgência passa a justificar alterações executadas sem registro.
Business drivers como critério de decisão

A avaliação de impacto ganha objetividade quando a mudança é ligada ao driver de negócio que ela afeta e ao indicador que o mede.

Business driverProcesso afetadoIndicador em riscoEfeito de uma mudança malsucedida
ReceitaFaturamento e emissão fiscalValor faturado no dia; notas rejeitadasInterrupção da emissão; reconhecimento de receita adiado
Custo operacionalCompras e aprovação de requisiçõesTempo de ciclo da requisiçãoFila de aprovação parada; compra emergencial mais cara
ConformidadeSegregação de funções e trilha de auditoriaConflitos de acesso; apontamentos de auditoriaRessalva em auditoria; exposição regulatória
Nível de serviçoAtendimento e expediçãoPedidos entregues no prazoAtraso de entrega; penalidade contratual
A requisição que declara o driver afetado e o indicador correspondente permite ao comitê decidir com base em consequência de negócio, e não apenas em descrição técnica.
Governança da mudança

Governança é o conjunto de regras que define quem decide o quê, sob qual critério, e como a decisão é comprovada posteriormente.

1

Política

Documento que define tipos, alçadas, prazos de submissão, janelas e situações de congelamento.

2

Papéis

Solicitante, responsável técnico, dono do processo, autorizador e executor, com atribuições distintas e nomeadas.

3

Segregação

Quem desenvolve não é quem autoriza nem quem aplica em produção; o acesso ao ambiente produtivo é restrito e registrado.

4

Trilha

Registro completo de requisição, avaliação, autorização, execução e resultado, preservado para auditoria.

A segregação de funções é exigência de controle interno e de auditoria independente. O acesso emergencial ao ambiente produtivo, quando necessário, é concedido por tempo determinado, com justificativa registrada e revisão posterior.
Indicadores da gestão de mudanças

Cinco indicadores tornam a disciplina observável e fundamentam em dado a discussão sobre as mudanças.

IndicadorDefiniçãoO que revela
Taxa de sucessoMudanças concluídas sem incidente associado, sobre o total executadoEficácia da avaliação de risco e do teste que a antecedeu
Mudanças emergenciaisProporção de emergenciais sobre o total no períodoQualidade do planejamento e respeito à alçada
Retornos acionadosMudanças que exigiram plano de retornoAdequação do teste em ambiente de qualidade
Tempo de cicloIntervalo entre o registro da RFC e a execução autorizadaSe o rito protege a operação ou apenas atrasa a entrega
Tempo de restabelecimentoDuração entre o incidente causado e a normalizaçãoCapacidade de reação e maturidade do plano de retorno
Tempo de ciclo elevado com taxa de sucesso baixa indica rito burocrático sem efeito protetivo: a mudança demora a ser autorizada e ainda assim falha.
Mudança em ambiente de ERP

Em sistemas de prateleira, a alteração percorre uma paisagem de ambientes e é transportada de forma controlada até a produção.

DesenvolvimentoConfiguração e código
QualidadeTeste integrado e regressão
Pré-produçãoEnsaio com dado representativo
ProduçãoJanela autorizada
VerificaçãoTeste de fumaça e monitoramento
Transporte

Unidade de mudança

O conjunto de objetos alterados é agrupado e movido entre ambientes na mesma ordem em que foi criado, o que preserva a dependência entre alterações.

Dependência

Ordem de importação

Transporte aplicado fora de ordem produz inconsistência de difícil diagnóstico. A sequência é parte do plano de execução da mudança.

Escopo

Configuração e código

Alteração de parâmetro e alteração de programa percorrem o mesmo caminho de autorização, ainda que exijam testes de natureza distinta.

Mudança, incidente e problema

As três práticas se articulam. A mudança mal avaliada gera incidente; o incidente recorrente origina o registro de problema; a solução do problema é submetida como nova mudança.

Incidente

Interrupção não planejada

O objetivo é restabelecer o serviço no menor tempo, ainda que por contorno. A causa raiz permanece para análise posterior.

Problema

Causa subjacente

Registro que agrupa incidentes com a mesma origem. A investigação produz solução definitiva ou contorno documentado.

Mudança

Alteração controlada

Implementa a solução definitiva sob avaliação de risco, autorização e janela, fechando o ciclo iniciado no incidente.

A revisão posterior à mudança verifica se o resultado esperado foi alcançado e se algum incidente decorreu dela. Sem essa etapa, o ciclo se encerra sem aprendizado e o mesmo erro é submetido novamente.
A mudança nas pessoas

O sistema entra em operação por decisão do comitê; o processo novo entra em operação quando a pessoa o pratica na rotina. As duas datas raramente coincidem.

Consciência e desejo

Por que mudar

A pessoa precisa compreender a razão da mudança e reconhecer o benefício ou a necessidade que a justifica, antes de qualquer treinamento.

Conhecimento e capacidade

Como operar

Conhecimento é o que se aprende no treinamento; capacidade é o que se demonstra na execução real, com o dado do próprio trabalho.

Reforço

Sustentar a prática

Indicador acompanhado, reconhecimento do uso correto e correção do desvio impedem o retorno ao procedimento anterior.

A resistência costuma indicar informação ausente, perda percebida de autonomia ou histórico de mudanças anteriores malsucedidas. Tratá-la como oposição pessoal impede o diagnóstico da causa.
Preparar a organização

Quatro instrumentos conduzem a transição das pessoas e produzem evidência de prontidão antes da virada.

1

Mapa de impacto

Para cada área: o que muda no procedimento, no papel e no indicador de desempenho.

2

Comunicação

Mensagem por público, canal e momento, com o porquê da mudança antes do como operar.

3

Capacitação

Treinamento no processo, com dado do próprio trabalho, e material de consulta disponível na operação.

4

Multiplicadores

Rede de usuários-chave que apoia os colegas no início da operação e reporta as dificuldades recorrentes.

Prontidão é verificável antes da virada: proporção de usuários treinados, resultado da avaliação prática, procedimentos publicados e canal de suporte divulgado.
Cartas de mudança

Cada frente recebe uma solicitação já formulada pela área de negócio. A requisição é redigida sobre a parametrização que a própria frente aplicou no sistema.

Frente CO

Reclassificação contábil de tributo

A área fiscal solicita alterar a classificação contábil padrão da conta de ICMS, com efeito sobre a apuração da margem do ciclo Order-to-Cash. A execução do lançamento não pertence à frente que recebe a solicitação.

Frente FI

Prazo da condição de pagamento

A área comercial solicita que a condição de pagamento vigente passe de 28 para 45 dias em um segmento de clientes. A alteração é transportada entre ambientes e alcança contas a receber e a verificação de crédito.

Frente SD

Redução do prazo de separação

A diretoria comercial solicita a redução do tempo de separação e embalagem de três para um dia útil, a fim de antecipar a data prometida de entrega. A alteração incide sobre a disponibilidade e sobre o compromisso assumido na ordem.

Cada carta afeta processo sob responsabilidade de outra frente. O dono do processo impactado integra o comitê que decide sobre a requisição, e a dependência entre as três alterações é objeto legítimo de arguição.
Atividade · comitê de mudanças

Cinquenta e cinco minutos. Cada grupo redige a requisição de mudança solicitada na carta de sua frente e a defende perante o comitê formado pela turma.

5
EnquadramentoO grupo lê a carta recebida e a situa no processo que mapeou e parametrizou.
ProdutoEscopo declarado e justificativa de negócio em uma frase.
PapéisSolicitante, responsável técnico e dono do processo.
28
Redação da RFCConteúdo mínimo, avaliação de risco e classificação do tipo.
ProdutoDriver afetado, indicador em risco, janela, verificação e plano de retorno.
AdoçãoQuem é impactado, o que precisa aprender e como se verifica a prontidão.
22
Pitch ao comitêCinco minutos de defesa, com a turma no papel de autorizador.
DecisãoAprovar, recusar ou devolver para complemento, com justificativa registrada.
ArguiçãoUma pergunta obrigatória de cada grupo ao grupo anterior.
A recusa e a devolução são decisões legítimas do comitê. O registro da justificativa integra a entrega da atividade.
Critérios de avaliação do pitch

Dez pontos distribuídos em quatro critérios, avaliados pela consistência entre risco declarado, autorização pedida e plano apresentado.

CritérioPontosO que se espera
Completude da RFC2O conteúdo mínimo está presente, com responsáveis nomeados e janela declarada.
Avaliação de risco3Risco e impacto avaliados nas dimensões apresentadas, com classificação coerente do tipo.
Vínculo com o negócio3Driver afetado e indicador em risco identificados, com a consequência da falha descrita.
Retorno e adoção2Plano de retorno com condição e prazo, e tratamento do impacto sobre as pessoas.
Cada grupo entrega a RFC redigida e a decisão do comitê com a justificativa correspondente, em formato digital, ao final do encontro.
Síntese do encontro

Seis proposições para conduzir a alteração do sistema do parceiro após a entrada em operação.

Toda alteração em ambiente produtivo é requisitada, avaliada quanto ao efeito sobre o negócio, autorizada na alçada correspondente e revisada após a execução.

1 · Dois sentidos

A disciplina técnica controla a alteração; a organizacional conduz a adoção. O projeto precisa das duas.

2 · Classificação define o rito

Padrão, normal e emergencial percorrem caminhos distintos de autorização.

3 · Risco e impacto separados

Probabilidade e extensão são avaliadas em separado e determinam a alçada.

4 · Driver como critério

A requisição declara o driver afetado e o indicador em risco.

5 · Trilha e segregação

Quem desenvolve não autoriza nem aplica; o registro é preservado para auditoria.

6 · Prontidão verificável

Treinamento, procedimento publicado e canal de suporte antecedem a virada.

Referências do encontro

Fontes normativas e técnicas para aprofundamento e consulta durante a atividade.

Mudança em serviços de TI

Controle da alteração

  • ITIL 4 — prática de habilitação de mudança.
  • ISO/IEC 20000-1 — gestão de serviços de tecnologia da informação.
  • COBIT 2019 — objetivos de gestão de mudanças e de configuração.
  • SAP — gestão de transportes e de liberação entre ambientes.
Mudança organizacional

Transição das pessoas

  • Prosci — modelo ADKAR de mudança individual.
  • Kotter — processo de condução da mudança organizacional.
  • Lewin — descongelamento, movimento e recongelamento.
  • PMBOK — gestão de partes interessadas e de comunicações.
Próximo encontro: gestão de stakeholders, com identificação, análise de influência e estratégias de engajamento das partes interessadas do projeto.

Sobre este encontro

Gestão de mudanças · 03/09/2026 · Prof. Afonso

Objetivo de aprendizagem

Ao final do encontro, o estudante deve ser capaz de redigir uma requisição formal de mudança para o sistema do parceiro, classificá-la quanto ao tipo, avaliar risco e impacto relacionando-os ao business driver afetado, indicar a alçada de autorização correspondente e descrever o plano de retorno e as medidas de adoção pelas pessoas afetadas.

Estratégia do encontro

Exposição dialogada sobre o ciclo da requisição de mudança, tipos e alçadas, avaliação de risco vinculada aos business drivers, governança e indicadores, e condução da adoção organizacional, seguida de comitê de mudanças simulado: cada frente (CO, FI e SD) recebe uma carta de mudança formulada pela área de negócio, redige a requisição sobre a parametrização que aplicou e a defende perante a turma, que decide por aprovação, recusa ou devolução com justificativa registrada.

Estrutura do encontro

  1. Daily: estado dos artefatos, atividade prevista e impedimentos — 15 min
  2. Abertura: os dois sentidos do termo e a articulação com a virada da Aula 4 — 5 min
  3. Requisição e tipos: ciclo da RFC, conteúdo mínimo, roteiro de avaliação, tipos e alçadas — 14 min
  4. Risco e business drivers: dimensões de avaliação e vínculo com o indicador em risco — 8 min
  5. Governança: política, papéis, segregação de funções, trilha de auditoria e indicadores — 8 min
  6. Adoção: transição individual, resistência, prontidão e instrumentos de preparação — 10 min
  7. Comitê simulado: enquadramento da carta de mudança, redação da RFC e defesa perante a turma — 55 min
  8. Fechamento: síntese das seis proposições e encaminhamento para a Aula 6 — 5 min